2015 – Será o Final da Quadratura Urano/Plutão? Ciclos e eclipses em 2015 por Celisa Beranger


Desde 2010 o mundo vivencia a quadratura Urano/Plutão com sua radicalização, quebras e mudanças marcantes que visam reforma e renovação. Um tempo de acontecimentos imprevistos e impactantes, que causam fortes reações coletivas, de volatilidade nos mercados e de problemas climáticos.

Em 16 de março ocorre o último dos sete aspectos exatos que tiveram início em 2012, em 15º18’ de Áries/Capricórnio, junto ao Equinócio de Áries e do Eclipse Total do Sol, ambos em 20 de março.

Antes de abordar a quadratura, vamos relacionar os 08 ciclos planetários que se desenvolvem em 2015.

Quadratura Crescente Urano/Plutão
Semiquadratura Decrescente Saturno/Plutão
Quadratura Decrescente Saturno/Netuno
Sesquiquadratura Decrescente Saturno/Urano
Sesquiquadratura e Trígono Decrescente Júpiter/Plutão
Oposição Júpiter/Netuno
Trígono Crescente e Sesquiquadratura Júpiter/Urano
Quadratura Decrescente Júpiter/Saturno

Atualmente temos 03 ciclos crescentes e 05 decrescentes mas, a partir de setembro, com a oposição Júpiter/Netuno, os ciclos crescentes serão apenas 02. O aumento do número de ciclos decrescentes acentua a baixa do índice cíclico proposto por André Barbault, gerado pela distância entres os planetas lentos. O nível mais baixo ocorrerá em 2020. O índice muito baixo é indicativo de crise para a humanidade.

 

 

 

 

 

 

 

Nos tempos em que vivemos, dentre os problemas que ocasionarão a crise, sem dúvida, estão as consequências da destruição do meio ambiente, como a falta de água e os problemas climáticos.

Antes de abordar a quadratura Urano/Plutão, precisamos citar outra quadratura atuante no céu: Saturno/Netuno decrescente. Embora o primeiro aspecto exato só venha a ocorrer em novembro, teve início na entrada de Saturno em Sagitário, em 21 de dezembro de 2014. Esta quadratura dissolve limites e regras, promove incertezas, temores, condições confusas e até caóticas. Também leva ao desânimo coletivo em função da desmoralização de autoridades políticas ineficazes e sem integridade. E ainda promove acidentes marítimos.

Na abordagem do aspecto exato, apresentamos o porquê da relação da quadratura com a Rússia e com a nossa Petrobrás.

A quadratura foi ativada por Marte em janeiro (quando da morte do promotor argentino Alberto Nisman em 18 de janeiro, que investigava o atentado ao Centro Judaico de 1994).

Retomando a quadratura Urano/Plutão, debate-se até quando ela continuará a atuar. Na opinião de alguns, como o estudioso Richard Tarnas, ela se estenderá até 2020, quando ocorrem alguns marcos celestes que apontam uma grande mutação para a humanidade: a aproximação dos planetas lentos dentro de 100º, a tríplice conjunção Júpiter, Saturno e Plutão e a mudança de elemento das conjunções Júpiter/Saturno, que ocorre a cada duzentos anos. De qualquer modo, o fato do último aspecto marcar o Equinócio o fará reverberar pelo menos durante todo o ano astrológico.

Sem dúvida, os problemas que tiveram início entre 2010 e 2015, tais como Síria, Iêmen, Estado Islâmico, Ucrânia, Venezuela, a nossa Petrobrás etc, terão que ser trabalhados no resto da década.

Porém, após seis anos de experimentações e anormalidade, deverão ocorrer ajustes às novas circunstâncias, podendo se apresentar mais chances de solução e uma certa redução na dramaticidade de condições que foram vivenciadas nos últimos anos. Até o final da década, nem a economia nem os mercados voltarão a crescer como antes da crise iniciada no final de 2008. O quadro político também não será animador, mas iremos constatar um certo movimento para começar a retomada.

Além das questões referentes à quadratura, relacionadas em http://migre.me/hAilH, constatamos também:

Busca por aumento de poder por parte de líderes de governo, como Vladimir Putin da Rússia, ou de dirigentes de grandes empresas que tomam decisões sem apoio.

Revelação de segredos de agências do governo com relação a cidadãos e líderes de outros governos, especialmente China e EUA (foi divulgado no ano passado que os EUA criaram uma rede social em Cuba, envolvendo 40.000 celulares).

Sequestros e assassinatos brutais na ascensão do terrorismo (Níger, México, Estado Islâmico, atentado em Paris, Copenhague, etc).

Aumento da violência contra inocentes provocada por psicopatas.

Exposição e prisão de dirigentes de empresas e bancos e de pessoas inescrupulosas envolvidas em atividades financeiras (no Brasil, a operação Lava-jato levou à prisão dirigentes da Petrobrás e empresários da construção civil, mas ainda poderá surpreender).

A sexta quadratura, em 15 de dezembro de 2014, mobilizada pelos Nodos Lunares, marcou o Mapa do Solstício de Capricórnio, deixando marcas fortes. Presenciamos a desvalorização do rublo russo, do real, das ações da Petrobrás, o terrível massacre de crianças em uma escola no Paquistão, o atentado de Paris, a morte do promotor argentino Alberto Nisman, nevascas e baixas temperaturas na Europa e EUA.

Movimento de Urano e Plutão durante o ano de 2015:

Urano – 12º36’ a 20º30’ de Áries. Retrograda em 26/07, volta até 16º33’. Direto em 26/12, termina o ano em 16º34’.

Plutão – 13º10’ a 15º35’ de Capricórnio. Retrograda em 17/04 e retorna a 12º58’. Direto em 25/09 e termina em 15º03’.

Alguns dos países que terão o Sol afetado pela quadratura Urano/Plutão em 2015 já vivenciaram acontecimentos relativos à quadratura:

EUA – Sol 13º de Câncer e Saturno 14º48’ de Libra
França – Sol em 12º57’ e Mercúrio 13º52’ de Libra
Argentina – Sol 17º de Câncer
Rússia – através do mapa do presidente Vladimir Putin – Sol 13º55’ de Libra

Outros países que terão posições afetadas pela quadratura:
Alemanha – Saturno 18º de Capricórnio
China – Mercúrio 13º e Netuno 14º de Libra
Egito – Lua 14º de Libra
Espanha – Lua 11º de Câncer, Plutão 11º e Vênus 13º de Libra
Irã – Plutão 18º de Libra
México – Mercúrio 16º42’ de Libra
Paquistão – Marte 15º de Capricórnio
Rússia – Urano 12º, Lua 14º e Netuno 15º de Capricórnio
Ucrânia – Urano 11º e Netuno 14º de Capricórnio

A quadratura de 15 de dezembro de 2014 se mantém ativa em função das diversas mobilizações e emenda com a quadratura de 16 de março de 2015. Por este motivo, os quatro primeiros meses do ano deverão ser mais difíceis coletivamente.

O ano começou com a Lua Cheia de 05 de janeiro, em 14º de Câncer, ativando a quadratura com a conotação de clímax das Luas Cheias. Esta foi especial porque reativou o Eclipse Total da Lua de 08 de outubro (15º de Áries). Lembramos que o atentado de Paris foi no dia 07.

Em janeiro e fevereiro os Nodos Lunares mantêm o aspecto com a quadratura.

Em 19 de fevereiro Marte entrou em Áries e nos primeiros dias de março mobiliza a quadratura Urano/Plutão, abrindo uma sucessão de eventos importantes:

A quadratura exata no dia 16 é fortalecida pelo Eclipse Total do Sol, dia 20 às 06:47h de Brasília – em 29º27’ de Peixes – portanto, junto ao ponto vernal (0º de Áries), que fortalece o eclipse e pode indicar um evento de grande importância mundial (um eclipse em 0º de Câncer antecedeu o ataque ao World Trade Center em NY).

Outra questão deste eclipse é que ele inverte a sequência, o solar passa a anteceder o lunar, que fará parte do mesmo ciclo de lunação e, desta forma, dá mais apoio ao eclipse solar.

No mesmo dia 20, às 19:46h de Brasília, ocorre o Equinócio de Áries, marcando a entrada do Outono no Hemisfério Sul e a abertura do ano astrológico.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Eclipse Total do Sol (a linha totalidade é próxima aos polos, mas a parcialidade cobre boa parte da Europa e África, incluindo o Oriente Médio)

Para o Brasil, o eclipse de casa 12 se localiza sobre o Plutão natal na casa 2, em quadratura com Netuno e Urano na casa 11. Durante o período de maior força (três semanas antes e depois), algo poderá vir à tona provocando mudanças econômicas e políticas.

Equinócio de Áries

Para o Brasil, Plutão está no Fundo do Céu e Marte (em conjunção com Urano) no Descendente formando um paran, que pode ter o efeito de uma quadratura. No Fundo do Céu Plutão pode indicar a possibilidade de destruição de prédios, problemas embaixo da terra e submarinos e também pressões por parte da oposição ao governo. Marte no descendente, em quadratura com o Meio do Céu e Fundo do Céu, indica desacordos e belicosidade, interna e externa, promovida ou recebida.

A casa 6 fortalecida, agora sobre a casa 2 natal, repete a ênfase do Mapa do Eclipse Solar de outubro de 2014 e do Solstício de dezembro, apontando para os graves problemas da saúde, os trabalhadores e suas condições de trabalho, podendo indicar aumento de desemprego. A conjunção Marte/Urano é ativa e impulsiva, indicando reivindicações, desordens, greves e rebeliões.

A presença de Saturno na casa 2, retrógrado, enfatiza as restrições econômicas; apesar do trígono com os luminares, que favorece a estabilização, a quadratura com Netuno é desanimadora e a Lua, regente do Meio do Céu, em conjunção ao Nodo Sul, indica dificuldades. A conjunção Mercúrio/Netuno na casa 5 promete notícias sensacionalistas e até escândalos, talvez no meio artístico, confusões e fraudes também em termos jurídicos, uma vez que Mercúrio rege as casas 9 e12. Esperamos que o regenerador trígono de Plutão ao Sol natal do Brasil ajude o país a resolver os problemas.

Dia 04 de abril, às 09:02h de Brasília, ocorre um Eclipse Parcial da Lua, em 14º24’ de Libra, reforçando o eclipse do Sol, mobilizando mais uma vez a quadratura Urano/Plutão e reativando o Eclipse Total da Lua de 08 de outubro de 2014 (15º de Áries).

A partir de fevereiro, estendendo-se até junho, haverá um atenuante trígono crescente Júpiter/Urano (o primeiro exato ocorreu em setembro de 2014). Exato em 03 de março, em 14º25’ Áries/Leão, e 22 de junho, em 22º03, o trígono promove otimismo, inovações e progresso, favorece descobertas e avanços científicos e tecnológicos (no final de 2014 constatamos o 1º pouso em um cometa, e em julho, em mais um inédito feito tecnológico, a nave espacial New Horizons alcança Plutão). E ainda possibilita um positivo redirecionamento econômico e político.

Entre o final de abril e de maio, estendendo-se até o final de outubro, Saturno volta a ativar a quadratura Urano/Plutão, formando primeiro sesquiquadratura com Urano e depois semiquadratura com Plutão, o último aspecto do ciclo. Não deverá ser tão forte como a ativação simultânea à quadratura ocorrida entre final de novembro e o começo de dezembro de 2014 mas, de qualquer modo, contribui para a intolerância e desestabilização em termos sócio-políticos e recessão econômica, além de incentivar o terrorismo e os problemas da natureza.

É conveniente lembrar que o ciclo Saturno/Urano possui forte relação com a economia e a política dos EUA, e Saturno/Plutão com Alemanha, China, Índia, Israel e Paquistão.

Em maio Marte e Sol mobilizam a quadratura Saturno/Netuno. Também a Lua Cheia, dia 02 de junho em 11º de Sagitário, mobiliza a quadratura.

Dia 21 de junho às 13:39h ocorre o Solstício de Câncer, marcando o começo do Inverno no Hemisfério Sul. Marte, no final de Gêmeos, está em conjunção ao Sol na casa 9 do Brasil, indicando atitudes em questões jurídicas e também ligadas ao estrangeiro. Como no Mapa do Equinócio, Plutão está no Fundo do Céu. O mapa reforça o trígono exato Júpiter/Urano, mas também a semiquadratura Saturno/Plutão.

Em julho haverá testes quanto à manutenção da atividade da quadratura Urano/Plutão. O Sol, seguido por Marte, ativa a quadratura e Saturno está em semiquadratura com Plutão.

Também em julho, Júpiter dá início à quadratura decrescente com Saturno e, ao mesmo tempo, à sesquiquadratura com Plutão (exatos em 03 e 04 de agosto respectivamente). Portanto, podemos dizer que Plutão estará exacerbando a quadratura Júpiter/ Saturno.

A tensão Júpiter/Saturno indica que potencial e realização não interagem. A falta de planejamento, desatenção aos detalhes ou às leis causam obstáculos ao desenvolvimento. Além do mais, podem ocorrer rupturas de alianças e tratados, desestruturação sócio-política e problemas econômicos; também desfavorece os mercados.

O ciclo Júpiter/Saturno reverbera fortemente na Europa e pode indicar um problema na União Européia devido às disparidades existentes. A vitória do partido radical Syriza nas eleições gregas indica de onde partirá a tensão. Provavelmente a União (principalmente Alemanha) terá que decidir se cede às pressões da Grécia para alivio financeiro, ou se permite que o país deixe o euro. Caso isto ocorra, poderá ser seguido por outros países também em desafeto com o euro.

O atual ciclo Júpiter/Saturno, iniciado em maio de 2000, também atua nos Estados Unidos, uma vez que a astrocartografia mostrou que a conjunção se localizou no Meio do Céu de Washington.

No final de agosto o Sol mobiliza a quadratura, que continuará em 2016. Outros dois aspectos exatos ocorrerão em 23 de março, em 16º24’ de Virgem, e 26 de maio, em 13º41’ de Virgem.

Em 11 de agosto Júpiter entra no signo de Virgem, faz sesquiquadratura com Urano e inicia a única oposição com Netuno, exata em 17 de setembro, em 07º58’ Virgem/Peixes. O grau 07 dos signos mutáveis ativa o ponto da conjunção Netuno/Plutão ocorrida em 1892/1893, em 7º e 8º de Gêmeos (os pontos de conjunção dos ciclos permanecem com a marca dos planetas que o formam). O ciclo é crítico para a economia e política mundiais. Não verificamos todos os países, mas pelo menos dois possuem posições nestes graus: Argentina tem Urano no grau 7 de Sagitário e EUA Urano no grau 8 de Gêmeos.

A Lua Cheia de 29 de agosto, em 6º de Peixes, mobiliza a oposição.

Os aspectos desarmônicos do ciclo Júpiter/Netuno indicam idealismo, credulidade e esperanças irreais de crescimento que podem levar a excessos e escândalos. Há possibilidade de poluição de qualquer tipo, inundações e risco de epidemia. A oposição é a culminação do ciclo, a ideia inicial é confrontada com a necessidade de conciliar as possibilidades dos dois significados. Na conjunção de 2009, a credulidade levou à ideia de que a crise econômica não seria grave, mas também surgiu a “pandemia da gripe A”, depois denominada “influenza”.

Em 2014 apontamos o risco de epidemia devido à sesquiquadratura e ao quincúncio. No período do quincúncio (julho-agosto) a epidemia do “ebola” cresceu rapidamente.

Com o Sol ainda mobilizado pelo trânsito de Plutão, a oposição Júpiter /Netuno deverá afetar a França, uma vez que o mapa da Vª República (06 de outubro de 1958 às 18:30h – Paris), geralmente utilizado para representar o país, apresenta a conjunção Júpiter/Netuno.

Setembro é o segundo mês de eclipses do ano. Os eclipses são sempre marcantes em termos coletivos. Dia 13, às 03:55h, ocorre um Eclipse Parcial do Sol em 20º de Virgem, marcado pela oposição Júpiter/Netuno.

Para o Brasil, o eclipse se localiza na casa 8 em conjunção ao Mercúrio do país, indicando decisões relativas às questões econômico-financeiras.

Entre os eclipses do Sol e da Lua, no dia 23 às 05:22h de Brasília ocorre o Equinócio de Libra, marcando a entrada da Primavera no Hemisfério Sul.  A oposição Júpiter /Netuno continua presente.  A entrada definitiva de Saturno em Sagitário aponta para a retomada da quadratura Saturno/Netuno.

Dia 27 às 23:48h de Brasília ocorre um Eclipse Total da Lua em 4º de Áries. O mapa enfatiza a quadratura Saturno/Netuno, que tem a reativação de Marte. Mas o eclipse também é marcado pelo trígono Júpiter/Plutão, exato em 11 de outubro em 13º03’ de Virgem/Capricórnio, favorecendo a reconstrução social através da reforma de leis e da renovação política e econômica.

Para o Brasil, o eclipse se localiza no eixo 2-8 fazendo quadratura com a conjunção Urano/Netuno do país na casa 11. Mais uma possível tensão com o congresso deve envolver questões econômico-financeiras.  O Brasil, que durante todo o ano de 2015 terá o trígono de Plutão com o Sol, na ocasião terá Júpiter chegando para formar um grande  trígono.

O trígono Júpiter/Plutão continuará em 2016, quando ocorrem mais dois aspectos exatos: em 16 de março, 17º13’ de Virgem, e 26 de junho, 16º29’ de Virgem. Mas já não ativarão o Sol do Brasil.

A primeira quadratura exata Saturno/Netuno ocorre em 26 de novembro, em 7º de Sagitário/Peixes, ativando também o ponto da conjunção Netuno/Plutão (e Urano da Argentina e dos EUA). A Lua Cheia dia 25, em 3º de Gêmeos, mobiliza a quadratura.

Netuno dissolve limites, estruturas e regras causando condições confusas e até caóticas. A dissolução de limites pode incluir dissolução de fronteiras, levando a incursões invasivas. Porém, Saturno confronta as ilusões e desmascara o engano causando decepção e pessimismo.

A quadratura promove incertezas e temores  levando a dúvidas com relação ao que é ou não real e isto causa confusão. Na verdade a realidade pode ter duas versões, mas é preciso considerar ambas para tentar criar um equilíbrio.

A quadratura Saturno/Netuno tende ao desânimo e desilusão coletiva porque promove escândalos, desmoralização de autoridades políticas ineficazes ou sem integridade. Por outro lado, aponta a possibilidade de epidemia e acidentes marítimos.

O ciclo, antes relacionado à União Soviética, que se desintegrou pouco depois da última conjunção, ainda tem reflexos na Rússia. Dia 12 de fevereiro Vladimir Putin teve que ceder às pressões de François Hollande e Angela Merkel e concordou com o cessar fogo na Ucrânia.

A Petrobrás foi constituída no início do ciclo anterior (03/10/1953 por volta das 18:30h), por este motivo é afetada por ele.

O ciclo continuará em 2016, quando ocorrem mais dois aspectos exatos: em 18 de junho, 12º02’ de Sagitário, e em 10 de setembro, 10º25’ de Sagitário.

No dia 22 de dezembro, às 02:49h de Brasília, ocorre o Solstício de Capricórnio marcando a entrada do Verão no Hemisfério Sul.

Mapa da Posse da Presidente Dilma

O mapa da posse corresponde ao mapa do governo e pode ser acompanhado através das diversas técnicas astrológicas.

A posse ocorreu no dia 1º de janeiro às 15:31h de Brasília. O Mapa rege  todo o período do governo, mas seu  funcionamento pôde ser constatado em menos de 30 dias.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Sol, em conjunção com Plutão na casa 09 e quadratura com Urano junto ao Nodo Sul, na casa 11, indica perda de prestigio no estrangeiro, possibilidade de processos e conflitos jurídicos e também tensões com o congresso.

Vênus na casa 9, regente do Ascendente, em conjunção com Mercúrio  (dispositor da Lua) e trígono com a Lua, favorece as mulheres e pode contribuir para uma  melhora de condições, mas a localização no ponto médio Sol, Plutão/ Meio do Céu retira um pouco da habilidade.

A Lua entrando no signo de Gêmeos, na casa 1, mobiliza a quadratura Saturno (na casa 7) e Netuno (na casa 10), formando com ela uma quadratura T. A figura indica restrições para o povo, mas também descrédito e decepção por parte dele com relação aos políticos e governo. Netuno focal, na casa 10 é uma indicação da possibilidade de novos escândalos.

Marte na casa 10 indica um governo ativo, mas o ponto médio Saturno/Ascendente o restringe, o que é bom porque a oposição partil com Júpiter indica tendência a excessos e até temeridade por mau julgamento.

Rio de Janeiro, 19 de fevereiro de 2015.

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Por Celisa Beranger