ASTROLOGIA VS CIÊNCIA 1×0 por Walter Anliker   Recentemente updated!


ASTROLOGIA VS. CIENCIA 1×0

Walter Anliker

México DF, 12 de janeiro 2010

Na sexta-feira, 18 de dezembro de 2009, às 3 da tarde, na cidade do México, participei de um programa de televisão no canal 40: Pensar México. O assunto do dia era Astrologia versus Ciência. A Lua estava “fora de curso” como se vê no mapa 1, e embora a experiência não tenha trazido nada de novo, levou-me a refletir, com mais profundidade, sobre o que aconteceu e a esclarecer alguns pontos específicos.

 

Mapa 1

Frequentemente, nós astrólogos temos que defender nossa disciplina frente a céticos ou, como no caso do mencionado programa, frente a dois cientistas da UNAM, eminências cheias de títulos acadêmicos, inclusive sendo um deles doutor em física nuclear. Lamentavelmente, entretanto, segundo meu ponto de vista, estavam demasiadamente apegados à imagem do mundo materialista. Segundo eles, não é possível explicar como funciona a astrologia e, portanto, tacharam nossa disciplina como charlatanismo. De acordo com a opinião deles, não é possível comprovar cientificamente a astrologia e não houve jeito de conseguir sua aceitação.

Antes do programa, como bom aquariano, pensei que poderíamos falar, por exemplo, das leis da sincronicidade propostas pelo psicólogo Jung, do modelo platônico “Anima Mundi”, da relação evidente entre Macrocosmos e Microcosmos, inclusive da teoria do caos e da física quântica como modelos para explicar como funciona a astrologia. Tenho certeza que seria interessante para os telespectadores. Lamentavelmente, isso não foi possível e muitos assuntos significativos não puderam ser abordados.

No momento oportuno, apresentei gráficos do “Efeito de Marte” (Fig. 1), um estudo estatístico do astrólogo e cientista francês Michel Gauquelin sobre profissões e certas áreas do horóscopo, onde certos planetas aparecem com maior frequência ascendendo ou culminando:

Marte, no caso de esportistas e militares;

Lua, para escritores;

Júpiter, para atores e políticos;

Saturno, para cientistas.

A experiência foi realizada há 50 anos e resistiu a todo tipo de críticas e, diversas vezes, cientistas hostis à astrologia repetiram a experiência, obtendo os mesmos resultados. Assim, em diferentes partes do mundo, tiveram que aceitar as conclusões de Gauquelin.

 

Fig. 1

Como os meus opositores no debate não conheciam o estudo e não encontraram como criticá-lo, simplesmente o ignoraram, assim como os gráficos do “índice cíclico” do astrólogo francês André Barbault para o século XX, http://www.astrowalter.com.mx/articulo.php?id=19.

Aqueles que têm estudado e praticado a astrologia em sua profundidade sabem que ela funciona. Porém, necessariamente, não conseguimos explicá-la a partir da lei de causa e efeito. A astrologia, na minha opinião, descreve e narra uma espécie de orientação celeste, mostra um sistema dinâmico e simbólico, usando uma linguagem codificada para a vida na terra.

A Astrologia é uma ajuda para a vida, uma linguagem simbólica e, ao mesmo tempo, é o estudo das possibilidades.

Como disse o astrônomo e astrólogo Johannes Keppler:

“Os astros inclinam mas não determinam”

Assisti ao programa com a astróloga Kitty Bracho, que tem editado, nos últimos anos, um anuário astrológico muito popular. Ela mencionou que a astrologia solar, aquela que quase todos conhecem através dos diferentes meios de comunicação, representa apenas a ponta do “iceberg” desta maravilhosa e surpreendente disciplina. Comentou que é óbvio que toda a complexidade da astrologia não pode ser expressa através de um sistema que divide toda a humanidade em 12 personalidades.

Tive que esclarecer que a astrologia solar é uma prática relativamente jovem, que começou no princípio do século passado na Inglaterra, quando um astrólogo que tinha uma coluna semanal numa famosa revista resolveu divulgar suas mensagens para os 12 signos solares. Seu objetivo teve tanto êxito, que as vendas da revista aumentaram substancialmente e agora, mais de um século depois, os horóscopos estão presentes em muitos jornais, revistas, rádio, televisão e internet. Apesar deste tipo de astrologia não ser a mais séria, para muitas pessoas significa o primeiro contato com esta disciplina e, sem dúvida, tem seu valor comercial, assim como é uma forma de entretenimento. Ao mesmo tempo, é uma excelente oportunidade para os astrólogos difundirem mais nossa disciplina ao grande público. Sem dúvida, o êxito deste tipo de trabalho decorre, em grande parte, do carisma do astrólogo e do seu talento para redigir e comunicar bem suas mensagens, e nem tanto em seu conhecimento astrológico.

 

Acreditar versus pesquisar e estudar

Em outro momento do programa, um dos cientistas afirmou que não podia acreditar que um planeta tão distante do nosso, como, por exemplo, Urano, poderia provocar algo na vida de um ser humano. Expliquei que ele não deveria simplesmente acreditar, mas sim que deveria investigar, especialmente porque é um cientista. Em seguida, perguntei a ele se já havia estudado a astrologia, e ele me disse que não. Respondi que, justamente por esse motivo, ele não tem os critérios necessários para poder opinar sobre a validade da astrologia.

Para poder opinar sobre a astrologia, em primeiro lugar são necessários muitos anos de estudo, de observação e de comprovação, que somente podem ser obtidos com experiência, elaborando e desenvolvendo centenas de estudos personalizados. Continuando, a apresentadora do programa, Carolina Rocha, afirmou que o debate indicava um patamar de 1:0 a favor da astrologia.

Mesmo tendo saído do palco como ganhadores, perguntei-me qual era realmente o sentido do que havia ocorrido. Isto serve à astrologia ou apenas à audiência do canal de televisão? Para defender minha profissão, tive que mostrar meu lado escorpiônico (tenho este signo no Ascendente). A falta de respeito para com a astrologia, referida como uma forma de charlatanismo, aliada à pouca, ou mesmo nula, informação e preparação a respeito da mesma pelos cientistas, ao que se somou a prepotência esnobe desses, fizeram com que caísse o nível da minha tolerância, resultando num debate bastante agressivo, em vez de uma troca de informação objetiva e mercuriana, como eu queria.

No caminho de volta da TV, muitas ideias e perguntas passaram pela minha mente. Ao chegar em casa, fiquei muito feliz de encontrar, na minha caixa de correio, a revista astrológica suíça Astrologie-Heute. Nesse número, havia exatamente um artigo de uma das minhas primeiras professoras de astrologia, Monica Kissling*, que aborda como enfrentar a crítica e os preconceitos contra a astrologia em eventos públicos: um exemplo perfeito de sincronicidade!

Ao lê-lo, chegaram à minha mente as respostas que eu procurava há minutos atrás. Cada vez que ocorre uma sincronia desse tipo, percebo que estou no caminho correto. Por esse motivo, escrevo estas linhas, que podem ser úteis a outros colegas.

Na maravilhosa e milagrosa realidade astrológica, o que aconteceu pode ser explicado da seguinte forma: o grau do ASC do horóscopo para o início do programa (mapa 1) estava em 11º de Touro e em conjunção exata com meu Marte natal. Foi isto o que me tornou competitivo, firme e seguro. Júpiter em trânsito estava a poucos graus de uma conjunção com meu Sol natal, além do Sol em trânsito estar em sextil partil com meu Sol natal, durante o programa de televisão.

Em seu artigo, Monica Kissling afirma que, há muitos anos, neste tipo de debates sobre astrologia, os astrólogos têm que se defender contra os mesmos preconceitos, sem que exista um diálogo, nem um intercâmbio aberto de informação. Trata-se, geralmente, de rejeitar a legitimidade da astrologia ou ridicularizá-la ao considerá-la apenas como uma forma de entretenimento.

Continuando, seguem alguns fragmentos do artigo, sem tratar-se de uma tradução textual:

“Os astrólogos que se apresentam em debates públicos têm que ter uma carapaça muito dura, porque estão expostos frequentemente a uma polêmica cega e a fortes descargas emocionais por parte de seus adversários. Em geral, os astrólogos se preparam com base em argumentos bem fundamentados para poder responder de maneira imparcial a certas controvérsias, quando participam de uma discussão ou de uma mesa redonda. Entretanto, os oponentes normalmente nos tratam com uma mistura de lástima, desprezo e agressão. Assim, as discussões entram rapidamente num nível muito emocional. Isto significa que o astrólogo, ao preparar-se para o debate, tem que refletir muito bem sobre como vai reagir quando o atacarem de maneira provocativa e injusta”.

 

Críticos ou adversários

Em vez de um diálogo aberto, frequentemente ocorre uma batalha entre diferentes filosofias e imagens do mundo. O que conta a nosso favor é que os adversários, quase sempre, não contam com mínimos conhecimentos sérios de astrologia. A propósito, M. K. referiu-se a estes como adversários porque um crítico sério conhece a matéria que ataca e, ao conhecê-la, ganha o respeito daquele com quem dialoga.

Os adversários da astrologia não gastam tempo estudando-a seriamente, porque estão convencidos, desde o início, que ela não tem nenhuma validade. Consideram-se críticos ou céticos sem ter a menor ideia das bases elementares da astrologia. Portanto, a imagem da astrologia que expõem é muito pobre, incompleta e ridícula. Na realidade, eles não argumentam contra a astrologia, – e aqui Monica Kissling cita Dieter Koch, – mas “contra sua limitada imagem da astrologia”.

Frequentemente, cientistas ou jornalistas se declaram contra a astrologia sem que seus argumentos estejam bem fundamentados. Muitas vezes são dogmáticos ou polarizam seus pontos de vista, sustentando-os com base na autoridade científica e acadêmica. Nesse contexto, é válido questionar realmente a competência dos adversários, porque nós também não opinamos e julgamos temas dos quais não temos conhecimento básico, nem experiência. Por outro lado, não podemos deixar que os graus ou títulos acadêmicos nos deslumbrem, apesar de aceitarmos que sejam profissionais reconhecidos em suas especialidades, não há nenhuma garantia que o sejam também em astrologia e, em caso afirmativo, são raras exceções.

 

Comprovação da Astrologia

Frequentemente, os cientistas renegam a astrologia por ela não poder ser comprovada por seus métodos mecanicistas. É difícil comprová-la especialmente com o método estatístico, já que os símbolos astrológicos são ambivalentes e têm, como é da natureza dos símbolos, uma ampla variedade de significados pelos quais se expressam e que, inclusive, ainda variam com o tempo. Além do mais, cada símbolo é parte de um conjunto difícil de se separar. Por isso, cada vez que se usa um símbolo tem que se levar em conta seu contexto específico.

Por mais que seja difícil comprovar a validade da astrologia pelo método estatístico, isso não significa que ela não funcione, significa apenas que esse não é o método apropriado para comprová-la. Aqueles que afirmam que a astrologia não tem legitimidade científica, ignoram o último estado da ciência. A física quântica nos ensina que as leis da natureza não são predeterminadas por causalidades. Já se comprovou que existe uma interrelação de sistemas com intercâmbio de informação sem que seja necessário intercâmbio de energia. Sabemos que o que acontece em um lugar pode ter influência imediata em outro, sem que tenha necessariamente intercâmbio de informação ou de energia. A nova imagem do mundo quântico é muito complexa e para muitos intangível, porém amplia enormemente as declarações científicas que se limitam somente a um nível físico clássico.

Aqui, quero mencionar um livro que pode ser interessante para todos os astrólogos, estudantes, críticos e cientistas, escrito pela astróloga australiana Bernadette Brady “Astrology, a place in chaos”, Edit. Wessex Astrologer, UK 2006, sobre astrologia e a teoria do caos.

Continuando o artigo de Monica Kissling: “Em vez de comprovar a astrologia cientificamente, nos convencemos de seu valor pela experiência e a aceitamos porque funciona”. Portanto, para a maioria dos que praticamos a astrologia, não é tão importante que possamos comprová-la cientificamente, porque vemos sua eficiência cotidianamente em nossa prática diária. A exatidão verificada nas superposições entre os símbolos astrológicos e as circunstâncias reais da vida são frequentemente tão precisas e corretas que não necessitamos da opinião científica para aceitá-las.

Aqui não estamos falando de qualidades de caráter com as quais todos gostamos de nos identificar, e sim das assombrosas coincidências das configurações astrológicas e das profundas experiências emotivas vivenciadas nas consultas, que nos levam a compreender a essência do ser humano em toda sua complexidade. Não apenas no mapa natal experimentamos e comprovamos a validade da astrologia, como também em relação às técnicas de atualização, onde podemos analisar períodos no passado de uma pessoa ou ainda conhecer simbolicamente as tendências com relação ao futuro, temas que um astrólogo experiente consegue descrever de maneira muito competente.

 

Experiências astrológicas coletivas

Se a nível pessoal a experiência astrológica é impactante, podemos dizer o mesmo a nível coletivo, quando os trânsitos planetários descrevem importantes processos e eventos históricos. Um exemplo bem claro disso foi a conjunção de Júpiter e Urano de 20 de julho de 1969, justamente o dia em que o homem pisou a Lua pela primeira vez. Vamos lembrar que o significado dessa combinação planetária é “expansão de consciência e descoberta de novos mundos”.

Em 1989, quando caiu o muro de Berlim, Saturno estava em conjunção a Netuno. Como sabemos, astrologicamente, Saturno simboliza fronteiras e Netuno representa a dissolução.

No passado recente encontramos Saturno oposto a Urano justamente no dia em que Barack Obama foi eleito presidente dos Estados Unidos. A oposição representa mudanças estruturais e reformas muito profundas e é simbolicamente uma quebra (Urano) de velhas estruturas (Saturno).

A astrologia nos permite perceber não somente eventos isolados, mas também processos coletivos, através dos quais os valores de uma sociedade se transformam. Por exemplo, a passagem de Plutão do signo de Sagitário para Capricórnio, em 2008, descreve o fim de uma época de excessos e expansão (Sagitário), para um período de reavaliação de valores como humildade, responsabilidade e autenticidade (Capricórnio).

 

Astrologia não é religião

 Uma coisa fica muito clara: a astrologia não é uma religião. É comum no início de qualquer debate que nos peçam que definamos se a astrologia é ciência ou religião. Também perguntam se acreditamos na astrologia, o que em si já é uma pergunta bem estranha, pois ninguém pergunta a um médico se ele acredita na medicina, uma vez que seu ofício se baseia em conhecimento e experiência. Com a astrologia acontece a mesma coisa, não é pelo fato dela não se deixar comprovar cientificamente que ela é apenas uma crença.

A astrologia é um estudo que se baseia nos fatos, nas experiências de observação, por milhares de anos, da correlação entre os astros no céu e sua manifestação na terra. A astrologia pode ser comparada com a homeopatia, matéria que também, até os dias de hoje, não se deixa comprovar cientificamente e é justamente por isso que muitos cientistas negam seu valor. Também neste caso, a rejeição científica vai contra o que os pacientes percebem e a eles não importa a opinião científica, já que a homeopatia os cura. Aqui se aplica o ditado: “Quem ajuda tem razão”. Com relação à astrologia, podemos dizer, sem dúvida, que consegue fazer uma descrição correta, diferenciada e exata sobre um ser humano e seu desenvolvimento, motivo pelo qual merece ser ouvida e valorizada. Por que, então, negar esse tipo de informação, se pode nos levar a conclusões satisfatórias, profundas e frutíferas?

A astrologia não se baseia no princípio de causa e efeito. O que nós, astrólogos, sabemos e normalmente nossos adversários não, é que a astrologia não funciona com leis causais. Não afirmamos que os astros no céu provocam algo físico, concreto e cientificamente aceito na terra. Tampouco acreditamos que os planetas se interessem por nossas parcerias, vida sexual, dietas, saúde, carreira e finanças, ou que os astros distribuam a sorte por signos. Para ser astrólogo não é necessário acreditar em forças milagrosas, nem em obscuros poderes do destino, nem ainda ser um “eleito”. O que é necessário é muito estudo. Já sabemos que os críticos usam esses argumentos por desconhecimento ou, exatamente, para ridicularizar a astrologia.

 

Anima Mundi

Através da Astrologia percebemos um universo inteligente e com alma, que parte de uma unidade entre o céu, a natureza e os seres humanos, que juntos evoluem sob as mesmas leis. Podemos reconhecer esta descrição no antigo conceito platônico de “Anima Mundi”, que parte do princípio que existe uma unidade entre o universo e os seres vivos. O universo, como macrocosmos, é estruturado em analogia ao microcosmos, que é o ser humano. O veículo de movimento para os dois é a alma, o que significa que o cosmos é um universo vivo e sagrado. Tudo o que existe fora do ser humano tem uma analogia dentro dele. “O que está acima é igual ao que está abaixo” é a Lei Hermética segundo a qual os movimentos dos astros no céu se refletem na vida na terra. O mapa astrológico é um mapa celeste que nos guia e nos orienta. O mapa por si só não provoca nada, porém descreve a dinâmica das leis cósmicas que valem para a vida na Terra. No final das contas, seremos nós mesmos que as aceitaremos ou não.

Como disse Monica Kissling a Hans Dieter Leuenberger: “A astrologia e o esoterismo é o conhecimento de uma energia que se encontra no todo e que se expressa através do todo. Num contexto superior, contém todas as áreas da vida, as que podemos perceber com nossos sentidos, além de outras que não são percebidas. Nosso universo se mantém vivo através desta energia e ao mesmo tempo tudo se encontra subordinado a uma ordem superior.”

Para concluir, quero ainda acrescentar a seguinte definição, fruto de minha experiência de décadas: O firmamento, a abóbada celeste com seus astros em movimento, é uma fonte muito precisa de inspiração para a evolução da consciência humana e tem suas raízes na mitologia universal. Reconhecer seu valor é uma experiência pessoal e subjetiva. Nunca se afirmou que se poderia comprová-la cientificamente, ainda que alguns poucos experimentos o tenham conseguido. E, a meu ver, dedicar-se ao estudo desta relação entre o Macrocosmos e o Microcosmos é um privilégio e uma grande responsabilidade.

 

Algumas citações de pessoas famosas sobre a Astrologia:

O famoso físico Newton, que praticava astrologia, certa vez, numa reunião, sentindo-se pressionado por outro físico que tentava desafiá-lo, respondeu, com muita tranquilidade: “Não vou discutir com o senhor sobre astrologia pela simples razão de que eu entendo do tema e o senhor não”.

John Pierpont Morgan, um famoso banqueiro, disse: “Os milionários não utilizam astrologia, mas os multimilionários sim”.

Carl Jung: “Nascemos em certa hora, em certo lugar e, assim como o vinho de uma determinada safra, trazemos dentro de nós a qualidade deste ano e desta temporada. É disso que trata a astrologia, nada mais, nada menos”.

Donald Trump: “Tudo se desenvolve em ciclos, até o mercado de bens de capital”.

Confúcio: “Nada pode evitar o poder da força espiritual, que é o universo e, como é evidente, é invisível aos olhos e silencioso aos ouvidos, inseparável do todo”.

Ronald Reagan: “É do conhecimento de todos que um grande percentual de corretores de Wall Street utiliza a astrologia”.

Tycho Brache: “Aqueles que não aceitam as provas dadas pelos planetas na astrologia, não aceitam a verdade, e a negação da verdade é algo que pessoas sãs não devem fazer”.

Johannes Kepler: “Tudo o que acontece no céu se sente na natureza e na terra”.

Benjamin Franklin: “A astrologia é a ciência mais antiga e respeitada no passado por líderes e sábios. Nenhum rei decidiu a paz ou a guerra, nenhum general ganhou uma batalha, em resumo, nenhuma decisão importante foi tomada sem consultar um astrólogo”.

Frank Sinatra: “Não aprendi muito na vida, mas sei que a vida se move em ciclos”.

Emerson: “O homem deve aprender com o Sol, a Lua e as Estrelas”.

Hipócrates: “Um médico que não conhece astrologia, não é um médico”.

Claudio Ptolomeo: “É óbvio que tudo o que acontece na natureza é causado por acontecimentos celestes”.

Pitágoras: “As estrelas no céu tocam a música e nós temos ouvidos para escutá-la”.

*          http://www.madameetoile.ch/

 

WALTER ANLIKER

Astrólogo de nacionalidade suíça. Iniciou seu consultório de astrologia em 1989 no México DF. Leciona astrologia em cursos e workshops em toda a república mexicana. Publicou artigos com temas astrológicos na Suiça, Espanha e México. É autor do livro “Manual de Astrologia”, Editorial Planeta, 1997, 2ª edição 2005 e “As Ferramentas da Astrologia”, Edit Astrowalter 2008. É fundador da revista “Observaciones Astrológicas”, hoje “CASA 9”. Os conceitos da astrologia psicológica e humanista guiam seu trabalho profissional que é fundamentado em um amplo conhecimento da Astrologia Tradicional, e nas técnicas de horária e eletiva. Frequentemente participa de congressos nacionais, internacionais e virtuais, também em programas de rádio e televisão. É terapeuta floral e criador do sistema “Essências Florais de Xochimilco”.

 

Email: astrowalter@prodigy.net.mx

Site: www.astrowalter.com.mx

 

A tradução deste artigo, do espanhol para português, foi realizada pelas colaboradoras Gleide Furtado e Maria Virginia Fernandes.